
A Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini é o eixo do Brooklin Novo, e é onde estão Oracle, Nestlé, Nokia e HP, além dos escritórios de Disney-ABC, HBO Brasil e Turner Broadcasting. A avenida cresceu como alternativa de custo à Paulista e à Faria Lima, e o resultado foi um corredor de torre atrás de torre, com o Centro Empresarial Nações Unidas, o World Trade Center e a Ponte Octávio Frias de Oliveira, a estaiada, fechando a paisagem.
Alguns quarteirões adiante o desenho muda por completo. O Brooklin Velho, que administrativamente é Campo Belo, é bairro-jardim: rua arborizada, casa com recuo e quase nenhum prédio. É a mesma região no mapa mental de quem mora ali e são dois mundos para quem vai prestar serviço, porque num deles a equipe toca a campainha e no outro precisa estar cadastrada dias antes.
O acesso separa os dois do mesmo jeito. O Novo é servido pela estação Brooklin da Linha 5-Lilás e pela estação Berrini da CPTM, e sofre o pico da Marginal Pinheiros; o Velho se resolve na rua, de carro, e o MorumbiShopping é a referência mais próxima de quem mora lá.
Andar inteiro, setor ou lote seguem o que está em limpeza comercial e corporativa.
